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quinta-feira, 18 de junho de 2009

SC ganha legislação de inovação

Por Redação do Computerworld
Publicada em 12 de junho de 2009 às 17h42

Florianópolis - Com nova lei, Santa Catarina receberá incentivos à pesquisa científica e tecnológica.

Santa Catarina ganhou uma lei de inovação esta semana, quando o governador do Estado, Luiz Henrique, regulamentou a "Lei Catarinense de Inovação". A nova legislação foi sancionada em 2008, mas só agora foi regulamentada, o que permitirá uma série de incentivos à pesquisa científica e tecnológica voltada à inovação.
Entre os estímulos financeiros estão os do programa PAPPE-Subvenção, que vai beneficiar projetos de diversos setores apresentados por 37 empresas, selecionadas entre os mais de 600 submetidos ao processo de julgamento das propostas. Os valores dos projetos variam até um teto de 300 mil reais.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Universidade inova mais que empresa

JC e-mail 3782, de 12 de Junho de 2009.
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=64030

Registro de patentes pela academia quadruplicou depois de 2001
Raquel Landim escreve para o “Valor Econômico”:

As grandes universidades ultrapassaram uma dezena de tradicionais empresas inovadoras e hoje são responsáveis pela maioria dos pedidos de patentes para novos produtos no Brasil. Entre 2001 e 2008, as maiores universidades protocolaram 1.359 solicitações junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), superando os 933 pedidos das dez empresas que mais inovam. O resultado contraria a percepção de que a academia não transforma conhecimento em produto.

Na década de 90, as empresas superavam as universidades por larga vantagem quando o assunto era inovação. Entre 1992 e 2000, as empresas brasileiras depositaram 1.029 patentes, contra 353 das universidades. Os dados fazem parte de um estudo da Prospectiva Consultoria ,que catalogou os pedidos de um grupo de dez empresas e dez universidades que mais inovam. O levantamento incluiu apenas as empresas de capital nacional.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Inovação aberta

O Open Innovation Center – Brasil (OIC) é uma iniciativa de Henry Chesbrough e empresas e instituições brasileiras para melhorar as práticas de inovação aberta no país.

A proposta do OIC é ser uma comunidade de prática que reúna os profissionais da inovação junto aos estudiosos da inovação aberta e seus temas correlatos, como propriedade intelectual, inteligência tecnológica e políticas públicas, entre muitos outros.

Por meio das ações do centro, experiências, idéias e ferramentas devem enriquecer o trabalho dos gestores e demais envolvidos em atividades de inovação, bem como deslanchar pesquisas acadêmicas de relevância internacional.

As reuniões dos grupos de trabalho do OIC ocorrem nas suas “sedes rotativas”: empresas, universidades e órgãos públicos participantes. Além disso, será fundamental para o funcionamento do centro o uso do ambiente virtual para colaboração e troca de conhecimentos, que está em construção.

O centro foi lançado no dia 28 de maio de 2009. A sua primeira reunião foi realizada pela Allagi e contou com a participação de cerca de 60 pessoas. Estavam representadas a Telefônica, Vivo, BNDES, Bradesco, Banco Itáu , Braskem, Rhodia, Fosfertil, Ibope, Elsevier, EMS, Nanotimize, FGV,USP,FEI, Uninove, Ilumin8, Sabesp, IBM, Johnson, Unipac, Allagi, Fapesp, governo de Minas Gerais, EMS, Opensis, Anpei, Época Negócios, Insper, SBGC.

O ponto de partida para a criação do centro foi o Open Innovation Seminar 2008. A idéia surgiu em conversas do professor Chesbrough (palestrante do evento) com empresas participantes sobre a realidade da inovação aberta no Brasil. Desde então, a idéia tem congregado interessados da iniciativa privada, da academia e da imprensa em torno de uma série de repositórios de conteúdo multimídia e de espaços de debate sobre inovação aberta.

Henry Chesbrough é o chairman do centro, que manterá estreita colaboração com os demais centros de open innovation do mundo.

leia mais em http://www.openinnovationseminar.com.br/

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Brasil não usa recurso disponível para P&D

Fonte: Gazeta Mercantil
Disponível em: <http://www.portalinovacao.mct.gov.br/pi/>. Acesso em: 01 jun. 2009

Para Valter Pieracciani, da Pieracciani Consultoria, há 15 anos voltada para gestão da inovação, o Brasil ainda tem deficiência no campo da inovação em relação aos demais países, em razão ao mau uso dos recursos determinados para a área de pesquisa e desenvolvimento. "Na média, as montadoras do Brasil usam inadequadamente os incentivos concedidos para a área de inovação, em comparação com a Coreia, China e Índia", diz Pieracciani. Na opinião do consultor, as montadoras precisam compartilhar os riscos e investimentos para obter os máximos resultados na inovação. "É preciso trazer a inovação para junto do fornecedor e universidades, incentivando os engenheiros a trazer novas idéias e, com isso, reduzir os custos com a inovação".
Segundo o consultor, no Brasil o destaque da inovação é a engenharia de motores e os combustíveis renováveis e nos Estados Unidos é economia de combustível e a redução de emissões com os carros elétricos e híbridos. "Na Europa as montadoras estão chamando os fornecedores para trabalhar no ciclo de descarte dos veículos", diz Pieracciani. Fonte: Gazeta MercantilPara Valter Pieracciani, da Pieracciani Consultoria, há 15 anos voltada para gestão da inovação, o Brasil ainda tem deficiência no campo da inovação em relação aos demais países, em razão ao mau uso dos recursos determinados para a área de pesquisa e desenvolvimento. "Na média, as montadoras do Brasil usam inadequadamente os incentivos concedidos para a área de inovação, em comparação com a Coreia, China e Índia", diz Pieracciani. Na opinião do consultor, as montadoras precisam compartilhar os riscos e investimentos para obter os máximos resultados na inovação. "É preciso trazer a inovação para junto do fornecedor e universidades, incentivando os engenheiros a trazer novas idéias e, com isso, reduzir os custos com a inovação".
Segundo o consultor, no Brasil o destaque da inovação é a engenharia de motores e os combustíveis renováveis e nos Estados Unidos é economia de combustível e a redução de emissões com os carros elétricos e híbridos. "Na Europa as montadoras estão chamando os fornecedores para trabalhar no ciclo de descarte dos veículos", diz Pieracciani.
Segundo ele, em 2007 o setor de transporte, no qual inclui a indústria automobilística, utilizou só R$ 920 milhões - provenientes da redução de impostos com a renúncia fiscal - para pesquisa e desenvolvimento, (P&D), valor muito abaixo dos R$ 3 bilhões, que se esperava ser utilizado.
Para destacar a distância do Brasil em relação à China na aplicação de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, Pieracciani relembrou que, "enquanto a China investiu US$ 115 bilhões em P&D (o que corresponde a 1,3% do PIB) em 2003, o Brasil destinou no mesmo ano US$ 13 bilhões, 0.9% do PIB".
Pieracciani recorre a fontes do Banco Mundial que indica investimentos no mundo de US$ 1 trilhão em pesquisa e desenvolvimento que mobilizaram 10 milhões de cientistas para uma produção anual em torno de 15 mil artigos científicos.
Ele comentou também que a pesquisa da The Economist Inteligente Unit realizada em 2004 destacou que o Brasil é identificado como o sexto destino preferencial para receber investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Em primeiro está a China, seguida dos Estados Unidos e da Índia. Para Pieracciani, a inovação será a arma da competição nos próximos anos. Segundo ele, em 2007 o setor de transporte, no qual inclui a indústria automobilística, utilizou só R$ 920 milhões - provenientes da redução de impostos com a renúncia fiscal - para pesquisa e desenvolvimento, (P&D), valor muito abaixo dos R$ 3 bilhões, que se esperava ser utilizado.
Para destacar a distância do Brasil em relação à China na aplicação de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, Pieracciani relembrou que, "enquanto a China investiu US$ 115 bilhões em P&D (o que corresponde a 1,3% do PIB) em 2003, o Brasil destinou no mesmo ano US$ 13 bilhões, 0.9% do PIB".
Pieracciani recorre a fontes do Banco Mundial que indica investimentos no mundo de US$ 1 trilhão em pesquisa e desenvolvimento que mobilizaram 10 milhões de cientistas para uma produção anual em torno de 15 mil artigos científicos.
Ele comentou também que a pesquisa da The Economist Inteligente Unit realizada em 2004 destacou que o Brasil é identificado como o sexto destino preferencial para receber investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Em primeiro está a China, seguida dos Estados Unidos e da Índia. Para Pieracciani, a inovação será a arma da competição nos próximos anos.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Indústria debate importância da inovação na engenharia brasileira

http://www.anpei.org.br/imprensa/noticias/industria-debate-importancia-da-inovacao-na-engenharia-brasileira/

terça-feira, 19 de maio de 2009 às 12:26

O Brasil retomou o caminho de elevação de superávit da exportação, porém sua pauta é composta, em grande medida, por produtos primários. Enquanto isso, os produtos industrializados representam até 90% da pauta de exportação da China e 70% da Índia. No Brasil, o índice é de aproximadamente 30%.

A afirmação foi do superintendente corporativo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Antonio Carlos Brito Maciel, na abertura da reunião plenária do programa Inova Engenharia, da CNI, realizado em 13 de maio, em Brasília, com a presença de representantes do governo, empresários, líderes educacionais e pesquisadores para debater o futuro da engenharia no país.

Segundo Maciel, os índices são preocupantes na medida em que se verifica que a elevação da exportação de bens industrializados está intimamente ligada à tecnologia. “Esse é um grande desafio que o Inova Engenharia tem buscado: aliar ciência à tecnologia”.

Modificação – Para o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Marco Antonio Zago, o encontro reflete os componentes fundamentais para promover a modificação necessária na atual condição do País. “Nos países desenvolvidos, quem produz patentes são cientistas, engenheiros e tecnólogos que atuam no setor produtivo. No Brasil, grande parte desses profissionais está nas universidades e institutos de pesquisa. É preciso então que o setor produtivo ofereça oportunidades para esses profissionais promoverem a inovação, que é feita nas empresas e não na universidade”.

De acordo com Zago, é necessário introduzir alterações nos setores educacional, produtivo e profissional. “Comemoramos o aumento da produção científica brasileira, mas quando olhamos o perfil dessa produção, verificamos que há uma grande diferença em relação aos países de crescimento acelerado, como a China e Coréia. Nesses países as engenharias aparecem em primeiro lugar. No Brasil, apenas em quinto lugar”.

O presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Tulio Melo, acredita que o grande desafio do setor produtivo brasileiro é implantar a cultura da inovação. “O empresariado brasileiro ainda não acordou para a importância da absorção desse profissional altamente especializado como estratégia para o desenvolvimento e competitividade no âmbito internacional”.

Os debates também abrangeram Engenharia para o Desenvolvimento, quando foi divulgado o documento com os dados da engenharia, trabalho coordenado pelo Senai, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio).

Brasil precisa ampliar os investimentos em inovação, defende presidente da Finep

 JC e-mail 3767, de 22 de Maio de 2009.
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=63607

Diante do discurso otimista de representantes do governo de que o Brasil sairá fortalecido da crise econômica mundial, o presidente da Finep, Luis Fernandes, defende que país precisa não só garantir a oferta de crédito para as empresas, como ampliar substancialmente os investimentos em projetos de inovação

“Não se pode combater apenas os efeitos imediatos da crise, temos que pensar em construir o futuro”, afirmou Fernandes durante o XXI Fórum Nacional que debateu o novo papel mundial dos Brics na crise global e as oportunidades do Brasil.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

Nas próximas aulas vamos discutir a CT&I no Brasil a partir de análises das ações do MCT. cada aluno deve pesquisar nos sites e documentos indicados abaixo e trazer questão relacionadas a "informação em CT&I" para discussão.

MCT www.mct.gov.br 

3a. Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (2005), disponível em http://www.cgee.org.br/sobre/cncti.php

Portal da Inovação http://www.portalinovacao.mct.gov.br/pi/

segunda-feira, 30 de março de 2009

Pesquisa de Inovação Tecnológica - PINTEC

Depois de ler os textos, cabe colocar a importância da pesquisa feita pelo IBGE em conjunto com o MCT (PINTEC), de onde emergem informações fundamentais no processo de geração, difusão e incorporação de conhecimentos relacionados às atividades de inovação tecnológica no Brasil, quer a nível público ou privado. A importância emerge do fato do processo tecnológico estar entre os componentes fundamentais dentro do processo de desenvolvimento econômico, vindo determinar a competitividade da nação ou empresa, no mundo global. Link: http://www.pintec.ibge.gov.br
Outros dados que saliento aqui são investimentos nacionais em C&T, data base 2000 – 2007, cuja tabela está disponível no link http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/9058.html. Conforme a tabela o BRASIL investe em C&T 1,46% do PIB, em 2007, contra 1,28%no ano anterior. Dos artigos e trabalhos disponíveis na internet, com dados a partir da OCDE, tem-se que estes investimentos em 2006 em países como a Suécia, Finlândia, Estados Unidos, Japão, Alemanha e França, correspondem a 3,7% , 4%, 2,6%, 3,2%, 2,5% e 2,1% de seus PIB respectivamente. Praticamente todos investem o dobro do Brasil. Ainda citam a Coréia do Sul, Cingapura e a China que mais do que duplicaram seus investimentos no período de 1996 a 2004. A expectativa, dentro dos países do grupo BRICs, é que o Brasil seja o país que mais cresça em termos de investimentos em C&T, nos próximos anos.
A nível nacional aparece em 2007 o estado de São Paulo com investimentos na ordem de 3,72% como percentual de suas Receitas e o Estado do Paraná com 2,64%, estão entre os Estados brasileiros que mais investem em C&T.
Enviado por Laura Valente.

sábado, 7 de junho de 2008

Criada a AGITEC na UFPR

Portal UFPR 05/06/2008 14:24

Englobando o NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, o Escritório de Transferência de Tecnologia (Portal de Relacionamento) e o NEMPS – Núcleo de Empreendedorismo e Projetos Multidisciplinares – Incubadora Tecnológica, foi aprovada pelo COPLAD – Conselho de Planejamento e Administração da UFPR, a criação da AGITEC – Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Paraná.

Vinculada diretamente ao Gabinete da Reitoria, a nova agência terá como principal finalidade contribuir para o desenvolvimento científico-tecnológico da sociedade brasileira, ao promover a aproximação entre a academia e a sociedade civil, facilitando a aplicação prática da produção científica e transformando a renda obtida com essas tecnologias em novas pesquisas e benefícios sociais. “O que o governo vem buscando fazer é unir as academias e institutos de pesquisa ao setor produtivo”, comenta a pró-reitora de Pesquisa e Pós- Graduação, Maria Consuelo Andrade Marques. “A Corea é um exemplo de onde isso já foi priorizado e os resultados foram marcantes. No Brasil essa aproximação foi incentivada pelas exigências trazidas pela Política Industrial de Tecnologia e de Comércio Exterior desde o ano de 2004.”

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Maria Angela do Rego Barros considera “insuficiente” o marco regulatório para estimular a inovação no país

JC e-mail 3516, de 21 de Maio de 2008.

7. Nova presidente da Anpei ressalta que associação também faz inovações

Maria Angela do Rego Barros considera “insuficiente” o marco regulatório para estimular a inovação no país Em entrevista exclusiva concedida nesta terça-feira (20) ao Gestão C&T online, Maria Angela do Rego Barros, a nova presidente da Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), disse que a entidade também faz inovações e uma das metas de sua gestão é profissionalizar a Anpei.
(...)

Diretoria

Maria Angela foi eleita na segunda-feira (19), durante a reunião de associados que precedeu a 8ª Conferência Anpei, que acontece em Belo Horizonte (MG), até amanhã. Ela é responsável pela área de relações governamentais para pesquisa, desenvolvimento e inovação da Motorola.O novo vice-presidente da Anpei será Carlos Eduardo Calmanovici, engenheiro químico e gerente de inovação e tecnologia - vinílicos da Braskem.

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quinta-feira, 1 de maio de 2008

Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras

A criação da ANPEI - Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras foi articulada no início da década de 80, no âmbito do PACTo - Programa de Administração em Ciência e Tecnologia, uma linha de atuação da Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo.Como uma das atividades regulares desse programa, surgiram as RENAD's Reuniões Nacionais dos Dirigentes de Centros de Tecnologia de Empresas Industriais, que passaram a ser cada vez mais freqüentadas por técnicos e executivos responsáveis pelos esforços de desenvolvimento tecnológico das empresas, que viam em sua realização uma oportunidade para tratar de assuntos de interesse comum. Entre outros, destacavam-se: melhoria das condições para a prática da P,D&E nas empresas; projeção e visibilidade dessa função junto à Alta Administração; intercâmbio de modelos gerenciais bem sucedidos; absorção e capacitação de recursos humanos, etc.

http://www.anpei.org.br/

terça-feira, 29 de abril de 2008

Inovação comparada - JC e-mail

JC e-mail 3500, de 29 de Abril de 2008.

3. Inovação comparada

Pesquisa Mobit, divulgada por Glauco Arbix no IEA/USP, aponta obstáculos brasileiros à inovação – como a falta de informação sobre os instrumentos de apoio – com base no estudo das estratégias nacionais de estímulo à inovação em sete países: EUA, Canadá, França, Finlândia, Reino Unido, Irlanda e Japão

Leia mais:
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=55746

domingo, 13 de abril de 2008

Inovação sobrevive com dinheiro público

JC e-mail 3420, de 28 de Dezembro de 2007.

1. Inovação sobrevive com dinheiro público

Sistema tecnológico imaturo faz com que empresas demorem para crescer a partir de dinheiro dos fundos privados. Das 128 empresas que estão em uma grande incubadora só 5 tiveram capital privado; uma delas quer faturar até R$ 50 milhões em 2012 Eduardo Geraque escreve para a “Folha de SP”:

Não bastasse ter uma indústria pouco capaz de transformar conhecimento científico em riqueza, o Brasil enfrenta um outro problema: as empresas nacionais que buscam desenvolver inovação tecnológica estão ainda quase todas atreladas ao capital público.

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Finep tem R$ 2,55 bilhões para inovações em 2008

JC e-mail 3489, de 11 de Abril de 2008.

1. Finep tem R$ 2,55 bilhões para inovações em 2008

Em 2007, os investimentos da Agência em inovação somaram R$ 1,9 bilhão Instituições de ensino e pesquisa e empresas inovadoras de todo o País vão poder contar em 2008 com R$ 2,55 bilhões para o desenvolvimento de novos produtos e processos. Os recursos serão disponibilizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a agência da inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia.

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