quinta-feira, 4 de junho de 2009

Google e web semântica

Está no ar o Squared, uma nova ferramenta de busca do Google.

A notícia é do IDG Now!

Apresentado como uma ferramenta da "web semântica", o Google Squared exibe os resultados no formato de uma planilha que estrutura informações não organizadas vindas de diferentes fontes para formar uma representação padronizada.

Uma busca por Estados norte-americanos na ferramenta exibe os nomes dos Estados em uma primeira coluna, imagens dos mesmos na coluna seguinte, além de descrições e estatísticas no restante da tabela.


Continue lendo na pagina do IDG Now: Google Squared entra no ar

terça-feira, 2 de junho de 2009

Informação e conhecimento em redes virtuais de cooperação científica: necessidades, ferramentas e usos

Indico a leitura do artigo a seguir, pois tem relação direta com o que temos discutido em sala de aula nos últimos meses a respeito da produção científica. O artigo foi publicado na Revista Data Grama Zero, v.10, n.2, abril de 2009.

Informação e conhecimento em redes virtuais de cooperação científica: necessidades, ferramentas e usos

Maria Aparecida Moura

Resumo: A intensificação do uso das tecnologias interativas em rede ampliou o atual cenário de produção e comunicação científica com a conseqüente diversificação dos atores, o intercâmbio de funções e a relativa horizontalização das relações sociais no processo de produção científica. Nesse trabalho, buscou-se compreender os aspectos sociais e tecnológicos envolvidos nas novas dinâmicas de cooperação científica on-line. Apresentam-se as concepções de comunidade de prática, comunidades virtuais de prática e de redes sociais e o seu entrelaçamento na dinâmica de compartilhamento de informação e conhecimento. Descrevem-se as características gerais dos dispositivos digitais adotados no design de redes sociais de cooperação científica on-line e analisam-se os impactos dessas novas mediações na produção científica contemporânea.
Palavras-chaves: Cooperação científica on-line, Redes sociais, Comunidades de prática, Comunicação cientifica.

Revista Administração e Inovação

http://www.revista-rai.inf.br/ojs-2.1.1/index.php/rai

segunda-feira, 1 de junho de 2009

redes sociais

http://www.drimio.com/
uma rede social de marcas

http://ecosol.noosfero.com.br/
uma rede social de economia solidária

A ciência brasileira ganhando mais visibilidade: viva os periódicos nacionais!

JC e-mail 3770, de 27 de Maio de 2009.

2. “A ciência brasileira ganhando mais visibilidade: viva os periódicos nacionais!”, artigo de Jacqueline Leta

“Se quisermos dar mais visibilidade à ciência brasileira, um bom caminho – fora todas as iniciativas já consolidadas pelas agencias – é fortalecer cada vez mais periódicos nacionais”

Jacqueline Leta é pesquisadora da UFRJ e especialista em cienciomentria. Artigo enviado pela autora ao “JC e-mail”:

Recentemente, temos visto muitas comemorações em torno do expressivo aumento da participação brasileira na base de dados Thomson Reuters-ISI. Entre as autoridades, prevalece o argumento de que este recente crescimento deve-se às iniciativas e aos investimentos não só dos ministérios envolvidos, mas também das agências federais e estaduais de fomento ao setor de C&T.

continue lendo em http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=63697

Notícias do gripenet

Nasce mais um gripenet! Agora foi no Reino Unido. Confiram!
http://www.flusurvey.org.uk/

A GRIPE AH1N1:

Criamos uma página atualizada diariamente sobre a gripe AH1N1 no Brasil e no mundo.
http://www.gripenet.com.br/about_AH1N1/

O fato novo desta semana foi o aumento súbito de casos no Japão.
Atualmente, os seguintes países registram epidemias: México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Japão, Panamá.
No Brasil, o quadro não mudou, com 8 casos confirmados. Mas será que não há mesmo circulação do virus no nosso país?

RESULTADOS GRIPENET:

O GripenetBrasil só começará a gerar resultados quando nossa amostra de
participantes aumentar além de umas 1000 pessoas. Por isso, por favor, divulguem!
Precisamos de participantes em especial nos estados sulinos, onde a gripe costuma
vir mais forte!

ADOTE UM SEM INTERNET:

Convide seu avô/avó, pai/mãe, filhos, amigos que não usam
internet, para serem gripômetros. Após consentimento deles, você pode cadastrá-los
com registros de usuários próprios, e usar seu e-mail para receber os alertas semanais. Assim, você terá um estímulo para ligar semanalmente e perguntar como vão!

Brasil não usa recurso disponível para P&D

Fonte: Gazeta Mercantil
Disponível em: <http://www.portalinovacao.mct.gov.br/pi/>. Acesso em: 01 jun. 2009

Para Valter Pieracciani, da Pieracciani Consultoria, há 15 anos voltada para gestão da inovação, o Brasil ainda tem deficiência no campo da inovação em relação aos demais países, em razão ao mau uso dos recursos determinados para a área de pesquisa e desenvolvimento. "Na média, as montadoras do Brasil usam inadequadamente os incentivos concedidos para a área de inovação, em comparação com a Coreia, China e Índia", diz Pieracciani. Na opinião do consultor, as montadoras precisam compartilhar os riscos e investimentos para obter os máximos resultados na inovação. "É preciso trazer a inovação para junto do fornecedor e universidades, incentivando os engenheiros a trazer novas idéias e, com isso, reduzir os custos com a inovação".
Segundo o consultor, no Brasil o destaque da inovação é a engenharia de motores e os combustíveis renováveis e nos Estados Unidos é economia de combustível e a redução de emissões com os carros elétricos e híbridos. "Na Europa as montadoras estão chamando os fornecedores para trabalhar no ciclo de descarte dos veículos", diz Pieracciani. Fonte: Gazeta MercantilPara Valter Pieracciani, da Pieracciani Consultoria, há 15 anos voltada para gestão da inovação, o Brasil ainda tem deficiência no campo da inovação em relação aos demais países, em razão ao mau uso dos recursos determinados para a área de pesquisa e desenvolvimento. "Na média, as montadoras do Brasil usam inadequadamente os incentivos concedidos para a área de inovação, em comparação com a Coreia, China e Índia", diz Pieracciani. Na opinião do consultor, as montadoras precisam compartilhar os riscos e investimentos para obter os máximos resultados na inovação. "É preciso trazer a inovação para junto do fornecedor e universidades, incentivando os engenheiros a trazer novas idéias e, com isso, reduzir os custos com a inovação".
Segundo o consultor, no Brasil o destaque da inovação é a engenharia de motores e os combustíveis renováveis e nos Estados Unidos é economia de combustível e a redução de emissões com os carros elétricos e híbridos. "Na Europa as montadoras estão chamando os fornecedores para trabalhar no ciclo de descarte dos veículos", diz Pieracciani.
Segundo ele, em 2007 o setor de transporte, no qual inclui a indústria automobilística, utilizou só R$ 920 milhões - provenientes da redução de impostos com a renúncia fiscal - para pesquisa e desenvolvimento, (P&D), valor muito abaixo dos R$ 3 bilhões, que se esperava ser utilizado.
Para destacar a distância do Brasil em relação à China na aplicação de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, Pieracciani relembrou que, "enquanto a China investiu US$ 115 bilhões em P&D (o que corresponde a 1,3% do PIB) em 2003, o Brasil destinou no mesmo ano US$ 13 bilhões, 0.9% do PIB".
Pieracciani recorre a fontes do Banco Mundial que indica investimentos no mundo de US$ 1 trilhão em pesquisa e desenvolvimento que mobilizaram 10 milhões de cientistas para uma produção anual em torno de 15 mil artigos científicos.
Ele comentou também que a pesquisa da The Economist Inteligente Unit realizada em 2004 destacou que o Brasil é identificado como o sexto destino preferencial para receber investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Em primeiro está a China, seguida dos Estados Unidos e da Índia. Para Pieracciani, a inovação será a arma da competição nos próximos anos. Segundo ele, em 2007 o setor de transporte, no qual inclui a indústria automobilística, utilizou só R$ 920 milhões - provenientes da redução de impostos com a renúncia fiscal - para pesquisa e desenvolvimento, (P&D), valor muito abaixo dos R$ 3 bilhões, que se esperava ser utilizado.
Para destacar a distância do Brasil em relação à China na aplicação de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, Pieracciani relembrou que, "enquanto a China investiu US$ 115 bilhões em P&D (o que corresponde a 1,3% do PIB) em 2003, o Brasil destinou no mesmo ano US$ 13 bilhões, 0.9% do PIB".
Pieracciani recorre a fontes do Banco Mundial que indica investimentos no mundo de US$ 1 trilhão em pesquisa e desenvolvimento que mobilizaram 10 milhões de cientistas para uma produção anual em torno de 15 mil artigos científicos.
Ele comentou também que a pesquisa da The Economist Inteligente Unit realizada em 2004 destacou que o Brasil é identificado como o sexto destino preferencial para receber investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Em primeiro está a China, seguida dos Estados Unidos e da Índia. Para Pieracciani, a inovação será a arma da competição nos próximos anos.